sábado, 27 de fevereiro de 2010

Cultura, culturas, natureza, culturas - Carlos Rodrigues Brandão

Cultura, culturas, natureza, culturas
Carlos Rodrigues Brandão

A criação da cultura
De duas maneiras podemos entender a criação da cultura pelos seres humanos.
Em uma direção, a cultura representa o processo e os produtos do trabalho na transformação da natureza dada a nós, em um mundo significativo, intencionalmente criado por nós. Trabalhos, ciências, tecnologias, artes, das mais arcaicas às mais atuais, desde as que praticam as nossas sociedades indígenas até as criadas mais recentemente pela empresa neo-capitalista, eis os processos e os produtos da cultura em sua sempre continua interação com o mundo natural. A casa construída em qualquer lugar é um produto do trabalho humano de criar cultura através de processos culturais que envolvem as mais diferentes tecnologias de relações com forças, energias e matérias da natureza. Práticas sociais fundadas em principias de conhecimentos de diferentes ciências. Isto vale para uma aldeia indígena da Amazônia e para uma grande cidade do América Latina ou da Europa. Criar cultura é transformar intencionalmente a natureza, dotando de sentido e de valor o ato transformador e o produto da transformação. Somos o que criamos, ao gerar o mundo onde sobrevivemos e nos transformamos a nós mesmos... culturalmente.
Pois, na outra direção, o mais importante trabalho da cultura é o que os seres humanos realizam sobre eles mesmos. Somos a única espécie que transcendeu o domínio das leis biológicos impressas geneticamente sobre cada um e todos os participantes de um grupo de seres vivos, para criar um mundo de relacionamentos fundado sobre regras sociais. Macacos se unem a uma fêmea. Nós nos casamos com uma mulher que, filha de alguém, se transforma em nossa esposa, mãe de nossos filhos, avó dos netos e madrinha dos afilhados.
Somos uma espécie única de criadores de técnicas de ação, e também de regras do agir, de códigos de conduta ou gramáticas de relacionamentos interativos. E somos também criadores dos contos, dos cantos, dos mitos, dos poemas épicos, das idéias, dos imaginários e das ideologias, das ciências, das filosofias, das espiritualidades e das religiões. Se foi um deus amoroso quem nos deu “os dez mandamentos”, fomos nós quem inventamos tanto as palavras quanto a vida social que deu sentido a eles. Enfim, somos ao mesmo tempo os criadores e os servos de uma variedade de sistemas de sentido com que continuamente nos dizemos a nós mesmos quem somos e quem não somos. Quem são os outros que não são “nõs”. Qual a origem de nosso mundo, da vida e de nós mesmos. Como se deve ser diante de cada outro. E como cada tipo de individuo natural — como o macho e a fêmea — transformados culturalmente em categorias de sujeitos sociais — como homem e a mulher, o marido e a esposa, a mãe e a filha, o jovem e o ancião, o nativo e o estrangeiro — devem se colocar diante do “outro” e devem se relacionar com ele. Com “eles”.
Assim, a cultura é e está nos atos e nos fatos através dos quais nos apropriamos do mundo natural e o transformamos em um mundo humano. E ela está também nos gestos e nos feitos com que nos criamos a nós próprios, ao passarmos — em cada individuo, em um grupo humano ou em toda a nossa espécie — de organismos biológicos a sujeitos sociais. Ao criarmos socialmente os nossos próprios mundos e ao procurarmos dotá-los e a nós próprios e aos nossos destinos de algum sentido. Somos aquilo em que nos transformamos ao continuamente transformarmos o mundo natural de que somos parte e de que vivemos.
A cultura está mais no que e no como nós nos dizemos palavras, idéias, símbolos e significados entre nós, para nós e a nosso respeito, do que nós fazemos em nosso mundo, ao nos organizarmos socialmente para viver nele e transformá-lo. Eis um belo sentido da idéia de nossa liberdade. Ao levarmos a vida do reflexo à reflexão e do conhecimento à consciência, nós acrescentamos ao mundo o dom gratuito do espírito. Com ele, nós nos tornamos senhores do sentido e criadores de uma vida regida não pelo instinto impresso na biologia do corpo da espécie, como entre nossos irmãos animais, mas pelo símbolo, pelo saber e pelo sentimento tornado mito e rito.
Somos uma espécie única que, ao longo de toda a história da humanidade e também em cada pequenino momento da vida cotidiana, estamos a todo o tempo criando e recriando as teias e as tramas de simbolos e de significados com o que buscamos respostas ás nossas perguntas. Com que estabelecemos sentidos para as nossas vidas, consagramos principios para a nossa múltipla convivência e nos impomos códigos e gramáticas de preceitos e regras para podermos viver no único mundo que nos é possível: uma sociedade humana e as suas várias culturas.

Diferenças, desigualdades
Pois as culturas são múltiplas. Foram e são inúmeras nos tempos da história e nos espaços da geografia humana. Somos a única espécie que, munida de um mesmo aparato biopsicotógico, ao invés de produzir um único modo de vida, ou modos de ser muito semelhantes, geramos quase incontáveis formas de ser e de viver, como tipos de sociedades e de culturas.
Durante muito tempo estas diferenças culturais foram pensadas como desigualdades entre culturas. De que maneira? Seguindo tradições da Grécia antiga, os modos de ser “do outro” costumavam ser classificados como: “primitivos”, “selvagens”, “bárbaros”. Ainda hoje, muitas vezes, pensam-se e se classificam povos e suas culturas desta maneira. Tomando o modo de ser ocidental, branco e europeu de ser como um padrão de civilidade e de desenvolvimento cultural, todos os outros eram avaliados como situados em algum ponto anterior de uma espécie de “evolução” inevitável e diferenciada da humanidade. Ciências, sistemas jurídicos, artes, religiões, enfim, modos sociais de se ser, pensar e viver de povos das Amêricas, da Ásia, da Oceania e da África, eram distribuídos em escalas de “evolução cultural” com graus quantitativos e qualitativos de “atraso” ou de “primitivo”, diante de um padrão de “civilização” representado, quase sempre, por algum sistema cultural “erudito e civilizado”de atribuição de identidade.
Sabemos hoje que nada disto corresponde à verdade. Cada cultura é uma experiência única, irredutível a qualquer uma outra. Cada sistema cultural vive o seu próprio tempo em seu próprio ritmo. Cada cultura possui uma coerência interna em todos os seus planos e em todas as suas dimensões de realização. Portanto, cada cultura somente pode ser compreendida em toda a sua experiência, “de dentro para fora”. Isto é, do interior de sua própria lógica para qualquer outra.
Entre o que podemos chamar de “cultura tapirapé”. “cultura aymara”, “culturas de tradições afro¬americanas” e “culturas brancas de tradição européia nas Américas”, existem formas qualitativas de diferenças de realização e, não, graus quantitativos de desigualdade evolutiva tradutível como mais ou menos “primitiva” ou “civilizada”. Os cientistas da natureza humana (biólogos, geneticistas, paleontólogos) não encontram razão alguma que justifique uma diferença que signifique uma verdadeira desigualdade qualitativa entre as diferentes “raças humanas”, cujo equivalente cultural são as inúmeras etnias do passado e do presente da humanidade. Assim também os cientistas sociais não afiliados a alguma visão evolucionista estreita, não encontram motivos para classificar as culturas dos diferentes povos da terra segundo qualquer escala hierárquica típica dos olhares do passado.
Simplesmente não há escalas, não há uma “trajetória do selvagem ao civilizado, passando pelo bárbaro”, não há um eixo central de onde as culturas partem e não há um ápice cultural que todas devem inevitavelmente atingir. Existem diferentes vocações culturais e esta diferença não é um acidente transitório a superar. Ela é a própria realização de uma vocação humana à liberdade, na criação continua da diversidade das experiências humanas de vida e de sentido da vida.
Sem qualquer eixo universal de determinação de direções únicas, as culturas humanas possuem situações de origens diferenciadas. Possuem trajetórias de interações com a natureza e com outras culturas também diferentes. Possuem, finalmente, ritmos de transformações e vocações de realização de si mesmas e de seus sujeitos, também diferenciadas. Esta é também a razão pela qual hoje em dia dizemos que existem inúmeras experiências partilhadas, logo, socioculturais, de Deus, do sagrado e da religião, que em nada poom ser classificadas como “primitivas”, “atrasadas”, “falsas” ou “evoluidas”, “verdadeiras”. Cada uma delas realiza no tempo e no espaço uma vocação humana da experiência do sagrado. E é mais através de suas diferenças em direção a horizontes humanos comuns, do que por meio de suas igualdades forçadas, que elas se comunicam através do diálogo fraterno entre os seus diferentes crentes e praticantes.
E os próprios sonhos e ideais humanos, como a busca universal da paz, como o destino ao amor, à partilha solidária da Terra, como a procura incessante de construção de um único mundo justo, fraterno e não-excludente de pessoas, de povos e de experiências culturais, há de ser uma convergência entre pessoas, povos e culturas diferentes pela escolha de seus caminhos, e absolutamente igualados quanto aos direitos humanos de trilhá-los com passos de seres humanos livres, participantes, solidários e felizes. Fernando Pessoa diz isto: “tudo o que existe é diferente de mim. E por isso tudo existe”.

A Educação Física como Cultura Corporal

O ser humano, desde suas origens, produziu cultura. Sua história é uma história de cultura, na medida em que tudo o que faz está inserido num contexto cultural, produzindo e reproduzindo cultura. O conceito de cultura é aqui entendido como produto da sociedade, da coletividade à qual os indivíduos pertencem, antecedendo-os e transcendendo-os.
"É preciso considerar que não se trata, aqui, do sentido mais usual do termo cultura, empregado para definir certo saber, ilustração, refinamento de maneiras. No sentido antropológico do termo, afirma-se que todo e qualquer indivíduo nasce no contexto de uma cultura, não existe homem sem cultura, mesmo que não saiba ler, escrever e fazer contas. É como se se pudesse dizer que o homem é biologicamente incompleto: não sobreviveria sozinho sem a participação das pessoas e do grupo que o gerou.
A cultura é o conjunto de códigos simbólicos reconhecíveis pelo grupo: neles o indivíduo é formado desde o momento da sua concepção; nesses mesmos códigos, durante a sua infância, aprende os valores do grupo; por eles é mais tarde introduzido nas obrigações da vida adulta, da maneira como cada grupo social as concebe."
A fragilidade de recursos biológicos fez com que os seres humanos buscassem suprir as insuficiências com criações que tornassem os movimentos mais eficazes, seja por razões "militares", relativas ao domínio e uso de espaço, seja por razões econômicas, que dizem respeito às tecnologias de caça, pesca e agricultura, seja por razões religiosas, que tangem aos rituais e festas, ou por razões apenas lúdicas. Derivaram daí inúmeros conhecimentos e representações que se transformaram ao longo do tempo, tendo ressignificadas as suas intencionalidades e formas de expressão e que constituem o que se pode chamar de cultura corporal.
Dentre as produções dessa cultura corporal, algumas foram incorporadas pela Educação Física em seus conteúdos: o jogo, o esporte, a dança, a ginástica e a luta. Estes têm em comum a representação corporal, com características lúdicas, de diversas culturas humanas; todos eles ressignificam a cultura corporal humana e o fazem utilizando uma atitude lúdica.
A Educação Física tem uma história de pelo menos um século e meio no mundo ocidental moderno, possui uma tradição e um saber-fazer e tem buscado a formulação de um recorte epistemológico próprio.
Assim, a área de Educação Física hoje contempla múltiplos conhecimentos produzidos e usufruídos pela sociedade a respeito do corpo e do movimento. Entre eles, se consideram fundamentais as atividades culturais de movimento com finalidades de lazer, expressão de sentimentos, afetos e emoções, e com possibilidades de promoção, recuperação e manutenção da saúde.
Trata-se, então, de localizar em cada uma dessas manifestações (jogo, esporte, dança, ginástica e luta) seus benefícios fisiológicos e psicológicos e suas possibilidades de utilização como instrumentos de comunicação, expressão, lazer e cultura, e formular a partir daí as propostas para a Educação Física escolar.
A Educação Física escolar pode sistematizar situações de ensino e aprendizagem que garantam aos alunos o acesso a conhecimentos práticos e conceituais. Para isso é necessário mudar a ênfase na aptidão física e no rendimento padronizado que caracterizava a Educação Física, para uma concepção mais abrangente, que contemple todas as dimensões envolvidas em cada prática corporal. É fundamental também que se faça uma clara distinção entre os objetivos da Educação Física escolar e os objetivos do esporte, da dança, da ginástica e da luta profissionais, pois, embora seja uma referência, o profissionalismo não pode ser a meta almejada pela escola. A Educação Física escolar deve dar oportunidades a todos os alunos para que desenvolvam suas potencialidades, de forma democrática e não seletiva, visando seu aprimoramento como seres humanos. Nesse sentido, cabe assinalar que os alunos portadores de deficiências físicas não podem ser privados das aulas de Educação Física.
Independentemente de qual seja o conteúdo escolhido, os processos de ensino e aprendizagem devem considerar as características dos alunos em todas as suas dimensões (cognitiva, corporal, afetiva, ética, estética, de relação interpessoal e inserção social). Sobre o jogo da amarelinha, o voleibol ou uma dança, o aluno deve aprender, para além das técnicas de execução, a discutir regras e estratégias, apreciá-los criticamente, analisá-los esteticamente, avaliá-los eticamente, ressignificá-los e recriá-los.
É tarefa da Educação Física escolar, portanto, garantir o acesso dos alunos às práticas da cultura corporal, contribuir para a construção de um estilo pessoal de exercê-las e oferecer instrumentos para que sejam capazes de apreciá-las criticamente.

*Trecho dos Parâmetros Curriculares Nacionais para a Educação Física no Ensino Fundamental

Cultura e natureza

Debateremos uma questão básica, de certa forma já superada, sobre cultura. Por isso, também, precisaremos entender o que é natureza.

O ser humano não é pronto. Ele muda. E está em constante mudança, e esta característica parece ser bem específica dele próprio. Outros seres que conhecemos não têm a capacidade de mudar que o ser humano possui. Os outros seres, dessa forma, continuariam a ser sempre o que são. Poderíamos dizer que tudo faz parte do que chamamos natureza, e que, o ser humano se distinguiria dos outros seres por agir culturalmente. Poderíamos acrescentar outras idéias, todas tendo em comum que o ser humano seja passível de modificação – ou seja, não está pronto de uma vez por todas. Ele é visto como uma criação de si próprio, mediante um trabalho específico, ligado à convivência social, à ação de uns sobre os outros (e reciprocamente). É nesse quadro que os antropólogos, mas não só eles, se especializaram na idéia de que a cultura é a dimensão característica do ser humano.

A cultura é a lente através da qual os seres humanos enxergam a realidade. Com isto, se quer dizer que há uma multiplicidade de formas de ver o mundo, dependendo da maneira como se foi ensinado a vê-lo e que isto na depende da cor da pele de uma pessoa, do lugar de onde nasceu ou do clima onde vive.

Esta multiplicidade que poderíamos chamar de multiplicidade cultural é proveniente da criatividade humana, que encontra soluções muito distintas para problemas bastante comuns à humanidade, tais como os de sobrevivência, como perceber a natureza, o tempo e o espaço.

A maneira como se percebe a natureza e se lhe atribui significados é também cultural. Dizendo de uma outra maneira, a natureza apenas existe a partir do olhar humano que olha para ela, classifica as espécies existentes, define quais são úteis ou não.

Esquema:

NATUREZA
- Sem intervenção humana
- Biológico
- Sem aprendizado
- Sem responsabilidade
- Sem vontade, instinto, automatismo, espontâneo
- Objeto
- Herança genética

CULTURA
- Com intervenção humana
- Social
- Com aprendizado
- Com responsabilidade
- Com vontade, razão, escolha
- Sujeito
- Modos de viver, herança social, criações e invenções

Questionário 2010

Questionário:

1. nome / idade / turma
2. mora onde? (bairro, município)
3. pratica atividade física regular? Qual?
4. trabalha em que?
5. mora com quem?
6. como ocupa seu tempo livre?

7. o que é EF?
8. para que servem as aulas de EF?
9. como foram as aulas de EF passadas?
10. o que considera importante aprender nestas aulas?
11. como gostaria de ser avaliado?
12. o que espera do atual professor?

13. o que representa a escola para você?
14. por que você está na escola?

15. escreva algo que você aprendeu nas aulas de EF:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Carta Aberta à População do Estado do Rio de Janeiro

Nós, professores servidores do Estado do Rio de Janeiro, escrevemos esta carta aberta à população do Rio de Janeiro para mostrar aquilo que realmente envolve a questão a incorporação da gratificação chamada Nova Escola e a diminuição do nosso plano de carreira.

A princípio, não foi dito o valor do salário do professor estadual, que é de apenas R$ 607,26. A população deve imaginar que recebemos alguma ajuda extra, como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário. Porém, não é isso o que acontece: não recebemos estes benefícios que são direitos de todo o trabalhador e ainda temos o desconto previdenciário de 11%, recebendo um salário líquido de aproximadamente R$ 540,00.

O Governo faz propagandas na televisão dizendo que deu laptops para todo professor, mas na verdade, estes laptops foram adquiridos pelo sistema de comodato, ou seja, estes equipamentos são emprestados pelo governo que, quando bem entender, pode pedir os mesmos de volta. Atualmente, observamos a climatização das salas de aula, onde o Governo aluga os aparelhos e ainda terá um consumo absurdo de energia elétrica, gerando consumo de energia bastante elevado.

A incorporação do Nova Escola se dará até 2015, em 7 parcelas. O governador já se considera reeleito. Existem casos de professores que receberão, no ano que vem, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento em 2010. Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda.

Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:

Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado- Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.

Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado- Não só manteve o professor 40h de fora do plano como diminuiu as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.

Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado- Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.

Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.

Não somos ouvidos, e ainda vemos a imprensa nos virar as costas e distorcer a situação real. Somos pais e mães de família, que fizeram um curso superior, na esperança de um futuro melhor.

Contamos com a compreensão e a colaboração da população do Estado do Rio de Janeiro.

Vista a camisa da Educação, você pode não ser professor, seu filho e sua família podem não precisar da Educação Pública, mas a nossa sociedade só vai melhorar com Educação Pública de qualidade. Faça a sua parte, essa será uma verdadeira mudança na história da Educação no Estado do Rio de Janeiro, porém precisamos adequar a verdadeira realidade do magistério Estadual.

Mande para os seus contatos a vergonha que acontece no RJ, e vamos mostrar a nossa força!!!!!!!

Agradecemos imensamente a atenção
Professores do Estado do Rio de Janeiro

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Romário... deputado?

"Recebi a triste notícia de que o ex-jogador Romário sairá candidato a Deputado Federal nas próximas eleições de 2010.
A notícia é no mínimo revoltante. Todos sabem que Romário viveu a vida no luxo, na esbórnia. Todos sabem que Romário teve vários filhos, com diferentes lindas modelos e atrizes, e que agora,deve uma fortuna de pensão alimentícia. Todos sabem que Romário está afundado em dívidas.Todos sabem que Romário, uma vez “aposentado”, não tem mais de onde tirar milhões de reais para sustentar os resquícios de sua fortuna, como prédios, apartamentos de luxo, carros importados e filhos com modelos. Agora, Romário encontrou uma ótima solução para sair do vermelho. Pedir a milhões de “peixes” que votem nele nas próximas eleições. Na verdade, ele espera a ajuda de milhões de PATOS, que certamente pensarão: “vou dar uma força para o Romário”. Assim, elegendo-se Deputado, ele poderá pagar suas dívidas e continuar a viver no luxo. Eu gostaria de dizer que NÃO SOU PEIXE, NÃO SOU PATO e NÃO SOU OTÁRIO para levar um candidato como esse para Brasília, que só tem interesse em arrumar uma “boquinha” para pagar a contas e sair do buraco.Durante anos vimos Romário nas suas boites, night clubes, bebendo champanhe com lindas mulheres, queimando dinheiro.Você alguma vez foi convidado para alguma festa dele? Claro que não. Mas agora, ele quer que a gente pague a conta. Você acha isso justo? Chega de eleger esses aproveitadores, que JAMAIS LERAM A CONSTITUIÇÃO DE NOSSO PAÍS. JAMAIS SE INTERESSARAM PELA POLÍTICA, JAMAIS TIVERAM QUALQUER ENVOLVIMENTO POLÍTICO, NÃO TÊM A MÍNIMA IDÉIA DO QUE É FAZER UMA LEI, NÃO SABEM NADA SOBRE POLÍTICA, E QUE ACHAM QUE UM CARGO ELETIVO É A ÚLTIMA TENTATIVA DE SAÍREM DO BURACO.
CHEGA DESSE TIPO DE GENTE NO GOVERNO!!!!!
VAMOS PARAR DE ELEGER AMIGOS, TIOS DE AMIGOS, PARENTES, ÍDOLOS DO FUTEBOL, VÔLEI, NATAÇÃO, FUNKEIROS, EX-MODELOS E ATRIZES PORNÔ FALIDAS, FORROZEIRO , LATIFUNDIÁRIOS, DONOS DE ESCOLAS PARTICULARES, BANDIDOS ETC....
VAMOS ESCOLHER MELHOR NOSSOS LEGISLADORES. ELES FAZEM AS NOSSAS LEIS!
Se você pensa em votar no Romário por ele ter conquistado uma copa do mundo, ou por torcer para algum time que ele tenha jogado, parabéns.
Ele agradece o voto de mais um “PEIXE-PATO”.
DIGA NÃO À CANDIDATURA DE ROMÁRIO!!!!!!!! VAMOS NOS RECUSAR A PAGAR AS DÍVIDAS DOS SEUS CARROS IMPORTADOS, BOITES E PENSÃO ALIMENTÍCIA! NÃO SEJA MAIS UM OTÁRIO!
Por favor, repasse essa mensagem, na TENTATIVA de
salvar nosso Congresso Nacional, e dar uma destinação melhor aos nossos tributos."

(autor desconhecido)

Coca-cola Zero PROIBIDA nos EUA...

mensagem recebida por endereço eletrônico:


Recebemos esta mensagem do Dr. Edgardo Derman, médico em San Juan, Argentina, a respeito de sua pesquisa sobre o refrigerante Coca-Cola Zero.

Para não incorrermos em divulgar notícia infundada, pesquisamos o site do Federal Drugs Administration, o mais respeitado órgão de controle de drogas e alimentos daquele país, cujas publicações merecem o crédito de toda a comunidade científica internacional.

Como se trata de saúde do consumidor, traduzimos a mensagem que vai publicada na íntegra como nos chegou:

"Faço minha contribuição a este interessantissimo artigo: Na década de setenta apareceu uma bebida que foi muito popular em seu momento. A casualidade é que a mesma era produzida também pela Coca Cola e se chamava TAB, obtendo grande êxito já que era dietética.

Nesta época, meu irmão, um engenheiro químico, estava fazendo uma Pós-Graduação na Espanha em Produtos Alimentícios e nos chamou atenção para não consumirmos esta bebida pois a mesma continha “Ciclamato”, um agente químico que reconhecidamente fazia mal à saúde.

DESDE ESSA ÉPOCA SE SABE QUE NÃO SE PODE USAR O CICLAMATO PARA CONSUMO HUMANO.

O Ciclamato, a pesar dos alertas, continuou a ser usado em muitos produtos dietéticos, notadamente nos países em desenvolvimento ou não desenvolvimos.

Quando forem a um supermercado ou mercearia basta conferir os ingredientes para ver se apresenta esta nociva substância nas composições destes produtos.

Agora prestem atenção:

Porque a Coca-Cola Zero, que contém Ciclamato, foi proibida nos Estados Unidos?

Conheça as razões deste porquê. E mais uma questão: O que se passa na América Latina, onde este produto ainda não foi retirado do mercado?

Fiquem de olho nesta bebida, afinal, o que você sabe da Coca-Cola Zero?

Depois de uma massiva propaganda do novo produto Coca-Cola Zero, começaram a aparecer na comunidade científica, artigos médicos sobre os malefícios do Ciclamato. De outra forma, os consumidores começaram a questionar porque a Coca-Cola lançava um produto que viria concorrer com outro produto seu da mesma linhagem, a Coca-Cola Light. Afinal, asa duas não prometiam a inexistência de açúcar em suas composições? Se ambas não contém açúcar, o que as diferenciava?

As respostas para estas questões estão a mostra num atento exame dos componentes de tais refrigerantes:

A Coca Cola LIGHT possui: Acesulfame K (16mg/%) y Aspartame (24mg/%), num total de 40mg/100ml de bebida, de edulcorantes.

Já a Coca Cola ZERO tem em sua formulação Ciclamato de Sódio (27mg%), Acesulfame K (15mg%) e Aspartame (12 mg%), tornando-a mais doce que a outra - um total 54mg/100ml de bebida).

Tendo em conta que o edulcorante «Ciclamato de Sodio» está terminantemente proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) - (Organismo máximo de controle de alimentos e drogas dos EEUU da América) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/Kg do Aspartame, vem a pergunta: Que Coca-Cola você passará a tomar?


Nota da Redação: Parece fácil a resposta, ainda mais considerando-se que o Ciclamato de Sódio é cancerígeno, não? Entretanto, o que se vê é um contínuo incremento no consumo da Coca Zero em contraste a um decréscimo no consumo da Light. Especialmente nos países em que a Coca Zero não foi ainda tirada do mercado. O que faz isto? A massificação da propaganda da Coca Zero, contra praticamente nenhuma da Coca Light. Assim, somos induzido a a ingerir um produto que, proibido em outros centros por conter um agente cancerígeno, ainda está a disposição em nossos mercados.




ANEXOS


Como é meu costume investigar pela Internet – não creio em verdades absolutas – entrei no site do FDA e… SURPRESA!!!

Lá, encontrei uma lista de aditivos e alimentos considerados seguros para a saúde humana, chamada, Generally Recognized as Safe (GRAS).

Pois bem! Efetivamente o Ciclamato de Sódio aparece nesta lista com uma observação em inglês:

Sodium cyclamate - NNS , ILL - Removed from GRAS - list 10-21-69 - 189.


Ou seja, o Ciclamato de Sódio foi retirado da lista de aditivos e alimentos seguros.

Confira em http://www.cfsan.fda.gov/~dms/opa-appa.html


Continuei minha busca e encontrei através do site do FDA um “link” para uma outra lista com a sigla EAFUS (Everything Added to Food in the United States). Traduzindo: Todos os Aditivos de alimentos nos Estados Unidos.

Lá, está claramente a proibição ao Ciclamato de Sódio:

SODIUM CYCLAMATE-PROHIBITED.

Quer a fonte? Consulte: http://www.cfsan.fda.gov/~dms/eafus.html

Finalmente, deparei-me com outra lista de substâncias proibidas em alimentos para consumo humano. E lá estava:

PART 189--SUBSTANCES PROHIBITED FROM USE IN HUMAN FOOD.

189.135 Cyclamate and its derivatives.

Fonte: http://www.access.gpo.gov/nara/cfr/waisidx_03/21cfr189_03.html


Alguma dúvida? Bem, foi esta a mensagem que me chegou por e-mail.



Agora meus comentários:

A Pessoa que me enviou a mensagem perguntava-me: porque a Coca-Cola Zero é vendida nos Estados Unidos se a FDA proibiu o uso de Ciclamato de Sódio para consumo humano?

A resposta é simples. A COCA COLA ZERO vendida nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na mayoría dos países europeus NÃO CONTÉM Ciclamato de Sódio. Isto só acontece nos países pobres ou subdesenvolvidos como os da Europa Oriental e América Latina. Quando no ano passado se tirou do mercado a Coca-Cola Zero no México criou-se uma grande polêmica porque ela continha Ciclamato e tiveram que trocá-la. A Coca Cola nunca aceitou dizer que ela havia sido tirada do mercado por causa do Ciclamato. Ao invés disto disse que a mesma foi retirada do mercado para “melhorar seu sabor”.

É frustrante e indigno o que estes países fazem com os países do dito 3º. Mundo. Não lhes interessa a saúde do consumidor (que em sua ignorância crêem estar usando produtos dietétios seguros). Interessa-lhes, apenas, o lucro, o dinheiro.

Por incrível que pareça, em minhas investigações a COCA COLA ZERO que se vende na Espanha também possui esta coisa, o Ciclamato. Porém, está cada vez mais rara sua venda. A que vendem na Alemanha também contém esta droga.


POR FAVOR CONTRIBUYAMOS CON UNA CAUSA JUSTA, REENVÍA ESTE MENSAJE A TODO EL QUE PUEDAS PARA QUE SE SEPA QUÉ CLASE DE VENENO SE ESTÁ VENDIENDO EN CADA UNA DE LAS TIENDAS DEL PAIS"
Dr. Edgardo Derman MAAC
LU3PCJ - San Juan - ARGENTINA