quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Grandes jogos e Política do pão e circo (avaliação)

Para exercitar (sobre "grandes jogos e política do pão e circo"):

.As “charges” são desenhos que chamam a atenção de coisas que passam despercebidas de nossa vida cotidiana, e que são mostradas de uma forma irônica. Veja a charge acima:

Na charge temos uma crítica humorística aos Jogos de Pequim 2008 do desenhista Leonardo (que saiu na edição do jornal Extra, em 14 de abril de 2008). Após refletir sobre esta imagem, e de acordo com o que você aprendeu durante o bimestre, escreva algumas linhas sobre suas reflexões, fazendo uma crítica baseada no desenho:

.Qual é o objetivo dos chamados “grandes jogos”?

.Descreva como é a “política do pão e circo” com suas próprias palavras:

.Comente por que há em todo o mundo grandes investimentos em esporte de alto rendimento e pouquíssimos investimentos em saúde, educação e cultura - se compararmos um com o outro:

.Quem paga os “grandes jogos” e quem ganha com eles? Explique com suas próprias palavras:

Grandes jogos e Política do pão e circo

Durante a realização dos grandes jogos na Antiguidade, as guerras e as demais batalhas que estivessem ocorrendo ficavam suspensas. A Grécia e os povos dominados por ela travavam guerras, tanto interna (entre si) como externamente (contra outros impérios). Assim, os jogos serviam muitas vezes para a resolução de problemas políticos em favor da estabilidade do império grego. Já naquele tempo, se praticava o que se chama de política do “pão e circo”; que correspondia em medidas de promoção da alimentação dos povos e cidadãos gregos junto com a promoção de diversão – no caso, os grandes jogos da Antiguidade. Esta “política” servia então para “anestesiar” a população de seus problemas cotidianos, e que muitas vezes estava envolvida em guerras, fome e disputas de poder.

Na era moderna, o Barão de Cobertin retoma os jogos atribuindo-lhes valores “educacionais” e de congregação dos povos do mundo, tanto que os primeiros jogos foram realizados com atletas amadores. Estes valores, reunidos na “filosofia do olimpismo”, utilizariam o esporte para a “formação de uma consciência pacifista, democrática, humanitária, cultural e ecológica por intermédio da prática esportiva”.[i]

Esta política também está presente hoje e com uma nova apresentação. Num mundo cheio de dilemas como o que vivemos é pertinente oferecer grandes jogos como diversão e distração para as populações. O mundo parece marcado pelos eventos esportivos mundiais, como as Copas do Mundo e os Jogos Olímpicos. Enquanto estes jogos acontecem, esquecemos de nossa vida e que nada mudará após algum atleta ganhar ou perder alguma medalha.

É possível perceber a importância desses jogos e dessa política através do investimento neles. Além de grandes empresas patrocinarem atletas, de vários programas ditos “sociais” realizados pelos governos (no caso do Brasil), a grande mídia (apoiando propagandas) coloca em evidência o esporte como resposta a todo tipo de problema: social, educacional, de saúde, psicológico etc.. Ainda temos os Governos investindo alto neste fenômeno, enquanto investe baixo em educação e saúde, por exemplo. Nosso exemplo mais próximo disso é o Pan Rio2007, em que a agenda social foi vulgarizada, tendo apenas alguns pontos (os menos importantes) cumpridos.

Já a China2009, desde 2001 gastou por base 53 bilhões no evento, no entanto, a maior parte dos problemas permanece. O que mudou realmente foi a estrutura esportiva do país, assim como da cidade do Rio. Mesmo assim, as pessoas se sentem orgulhosas em sediar estes eventos.

Essa mesma população orgulhosa é quem paga pelo evento, muitas vezes triplamente (pelos impostos, pagamento de ingressos e pelo voluntariado), mas de fato, ganha quase nada. Quem ganha mesmo é quem aplica esta política: governo e grandes empresas (patrocinadoras, de comunicação, turismo etc.).

[i] Cartilha sobre “Olimpismo”, elaborada pelo COB. Disponível em:

O mundo em uma aldeia

Esta estatística que navega na internet tem sido republicada em vários lugares do mundo:

Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:

57 asiáticos
21 europeus
14 americanos (norte, centro e sul)
8 africanos
52 seriam mulheres
48 homens
70 não brancos
30 brancos
89 seriam heterossexuais
11 seriam homossexuais
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo
80 viveriam em casas inabitáveis
50 sofreriam de desnutrição
1 teria computador
1 (sim, apenas um) teria formação universitária

Considere ainda: se você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana. Se nunca experimentou o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.

Se você tem comida na geladeira, roupa na armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.

Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Paralisação da Rede Estadual: DIA 5 DE OUTUBRO de 2009 (segunda-feira)

Os profissionais das escolas estaduais vão parar por 24 horas no dia 05 de outubro. Neste dia, a categoria fará uma vigília na porta da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG), na Rua Erasmo Braga, a partir das 10h, para acompanhar uma audiência do Sepe com o secretário de Planejamento Sérgio Ruy e, às 14h, será realizada uma assembléia geral na ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71, 9º andar). Na assembléia, os profissionais da rede estadual que se encontram em estado de greve desde o dia 15 de setembro, irão avaliar os resultados da audiência com o secretário de Planejamento.

Desde a suspensão da greve da educação estadual, no dia 15 de setembro, os profissionais se mantêm mobilizados para garantir o atendimento das reivindicações da categoria pelo governo estadual: inclusão dos profissionais de 40 horas, funcionários administrativos e animadores culturais no plano de carreira e a incorporação da gratificação do Programa Nova Escola ainda durante esta gestão do governador Sérgio Cabral.

Duque Music - Turma 903 (2008)



Turma 903 - CEDC 2008

Duque Music

Duque Music - Turma 906 (2008)



Turma 906 - CEDC 2008
Duque Music: Desfile das campeãs

Another brick in the wall - Pink Floyd




Another brick in the wall - Pink Floyd
(Outro tijolo no muro)

Precisamos de escola?